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  • elano53

Planos de saúde ganharam 300 mil usuários em junho, revela ANS



Desde março de 2020, os planos de saúde para beneficiários acima de 59 anos apresentaram alta em todas as modalidades de contratação: coletivo empresarial, coletivo por adesão e individual ou familiar.

O número de usuários de planos de saúde aumentou 0,5% em junho, em relação a maio deste ano. Os números são do Boletim Covid-19, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A publicação do órgão regulatório aponta que o país tem, até o momento, cerca de 49,8 milhões de beneficiários. A diferença é de cerca de 300 mil pessoas a mais em relação à edição do mês anterior.


O aumento tem sido sustentado, desde julho de 2020, pela categoria coletivo empresarial, que é a que mais tem apresentado saldo positivo, em relação à diferença entre entradas e saídas de beneficiários.


A evolução está associada à queda da taxa de desemprego, uma vez que essa categoria está associada ao aquecimento do mercado de trabalho. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada no último dia 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego caiu para 9,8% no trimestre encerrado em maio.


Desde março de 2020, os planos de saúde para beneficiários acima de 59 anos apresentaram alta em todas as modalidades de contratação: coletivo empresarial, coletivo por adesão e individual ou familiar.

No período, a taxa de ocupação de leitos de Covid-19, de enfermaria e terapia intensiva, passou de 38,3%, em maio, para 49,2%, em junho. Houve, no entanto, leve aumento de leitos destinados para essa finalidade nos hospitais.


Os dados da publicação foram coletados pela ANS, por meio de requisições de informação feitas junto a 49 operadoras de planos de saúde com rede hospitalar própria.


A ocupação geral de leitos, dado que envolve as internações por Covid-19 e demais doenças, passou de 80,4% em maio para 78,9% em junho.


Em meio ao arrefecimento dos indicadores da epidemia, produto da campanha de vacinação, a busca por testes de detecção de Covid-19 está em queda. Na comparação com março de 2021, a demanda por RT-PCR recuou 83,1%, enquanto a de testes de antígeno caiu 60,5%.


A publicação aponta ainda que o índice de inadimplência do setor se manteve estável. Era de 10% em maio, para planos individuais, e fechou junho em 9%. Na modalidade coletiva, o nível se manteve em 5%.


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