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  • elano53

ANS inclui no rol nova tecnologia contra esclerose múltipla



Agência também ampliou o uso de radioterapia, mas foi contrária à incorporação do Implante Subdérmico Hormonal para anticoncepção de mulheres

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a incorporação de uma nova tecnologia contra esclerose múltipla e ampliou o uso de radioterapia no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. A decisão foi anunciada na tarde desta segunda-feira (7/8), durante a 6ª Reunião Extraordinária da Diretoria Colegiada (Dicol) da agência, e publicada nesta quarta-feira (9/8) no Diário Oficial da União:



No primeiro caso, o medicamento Ofatulumabe foi incluído devido a evidências científicas que comprovaram sua eficácia para tratamento de pacientes adultos com esclerose múltipla recorrente que falharam ou que têm contraindicação ao uso de natalizumabe.


Também recebeu parecer final favorável o uso da Radioterapia de Intensidade Modulada (IMRT) para tratamento de tumores de pulmão, esôfago e mediastino. Segundo a área técnica da agência, a terapia que já é usada em tratamentos de tumores de cabeça e pescoço, e mostrou-se eficaz no aumento de sobrevida de pacientes, com baixos riscos de toxicidade.


Os diretores da ANS foram contrários, no entanto, à incorporação do Implante Subdérmico Hormonal para anticoncepção de mulheres entre 18 e 25 anos devido ao alto custo da inclusão da tecnologia ao serviço de saúde suplementar e pela existência de outras terapias já utilizadas com a mesma finalidade.


Consulta Pública


A ANS também emitiu parecer preliminar favorável à incorporação de duas tecnologias ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde:

  • Encorafenibe em associação a Binimetinibe para tratamento de pacientes adultos com melanoma irressecável ou metastático que tenham a mutação BRAF V600

  • Levantinibe com pembrolizumabe para pacientes adultas com câncer endometrial avançado que apresentem progressão da doença após terapia sistêmica prévia a base de platina e que não são candidatas a cirurgia curativa e de radiação.

Os diretores autorizaram a realização de uma audiência pública para discutir a inclusão dos dois tratamentos, entre os dias 10 /8 e 29/8.



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